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	<title>Mon petit blog</title>
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	<description>Cuidando do seu maior bem</description>
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		<title>PAIS: EDUQUEM-SE.</title>
		<link>http://www.clinicamonpetit.com.br/blog/541/</link>
		<comments>http://www.clinicamonpetit.com.br/blog/541/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 26 Mar 2012 14:00:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>magno</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pediatria geral]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[educação infantil]]></category>
		<category><![CDATA[gentileza]]></category>

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		<description><![CDATA[PAIS: EDUQUEM-SE.

Somente assim teremos crianças mais gentis e cordiais no futuro. <br /><a class="leia-mais" href="http://www.clinicamonpetit.com.br/blog/541/">Leia mais</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Somente assim teremos crianças mais gentis e cordiais no futuro.</p>
<p>As crianças reagem muito mais às atitudes e linguagem corporal dos pais que às palavras.</p>
<p>Por isso pais, o EXEMPLO EDUCA MAIS e por favor:</p>
<p>1-    Quando abrir um elevador, espere que as pessoas saiam, para depois entrar.</p>
<p>2-    Ao passar por uma porta (no banco, no prédio, na loja), olhe se outro está prestes a passar e segure a porta para esta pessoa. Mesmo que muitas vezes façamos isto e a pessoa nem agradeça&#8230;</p>
<p>3-    Cumprimente as pessoas (garçom, atendente da loja, a balconista da farmácia) antes de fazer seu pedido.</p>
<p>4-    Diga obrigado e por favor SEMPRE, mesmo que esteja pagando e mesmo que julgue ser alguém inferior a você.</p>
<p>5-    Peça desculpas se esbarrou sem querer em alguém.</p>
<p>6-    Não jogue lixo no chão NUNCA. Coloque no bolso, mastigue, engula, mas não jogue no chão. Isso vale para as fezes do seu cão também.</p>
<p>7-    Não pare em fila dupla (só porque é &#8220;rapidinho&#8221;). Tente entender o transtorno que isso causa no trânsito atrás do seu carro.</p>
<p>Desculpem-me os bem educados que já fazem isso todos os dias, mas andar nas ruas hoje em alguns lugares, parece mais um zoológico (com perdão aos animais). Não precisa ser absurdamente legal, altruísta, bondoso, seguir regras de etiqueta ou ser bobo, apenas GENTIL.</p>
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		<title>Há como se prevenir o diabetes tipo 1?</title>
		<link>http://www.clinicamonpetit.com.br/blog/ha-como-se-prevenir-o-diabetes-tipo-1/</link>
		<comments>http://www.clinicamonpetit.com.br/blog/ha-como-se-prevenir-o-diabetes-tipo-1/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 12 Mar 2012 02:26:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rafael</dc:creator>
				<category><![CDATA[Adolescência]]></category>
		<category><![CDATA[Alergia e imunologia]]></category>
		<category><![CDATA[Nutrição infantil]]></category>
		<category><![CDATA[Pediatria geral]]></category>
		<category><![CDATA[Prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[insulina]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[endocrinologia pediátrica]]></category>
		<category><![CDATA[pediatria]]></category>

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		<description><![CDATA[É comum as famílias de crianças e adolescentes com diabetes tipo 1 questionarem se há maior risco de outros membros da família de apresentarem a mesma doença. E, caso positivo, se há alguma maneira de se evitar o desenvolvimento do diabetes nessas pessoas. Nesse texto, o Dr. Rafael Mantovani descreve como se desenvolve o diabetes tipo 1 e cita como seriam as intervenções para se prevenir a doença. <br /><a class="leia-mais" href="http://www.clinicamonpetit.com.br/blog/ha-como-se-prevenir-o-diabetes-tipo-1/">Leia mais</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.clinicamonpetit.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/03/leite_materno_mon_petit.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-535" title="leite_materno_mon_petit" src="http://www.clinicamonpetit.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/03/leite_materno_mon_petit.jpg" alt="" width="420" height="279" /></a></p>
<p>O diabetes tipo 1 é uma doença autoimune, na qual há uma destruição das células beta pancreáticas, produtoras de insulina.</p>
<p>Já há algumas décadas, têm-se descrito vários passos do processo de ativação dos anticorpos, passando pela destruição das células do pâncreas, até a apresentação clínica da doença, o que serve de base para se estabelecer estratégias de prevenção e cura:</p>
<ol>
<li>A <strong>susceptibilidade ao diabetes tipo 1</strong> é herdada por uma série de <strong>genes candidatos</strong>, sendo os mais importantes relacionados ao complexo HLA, no cromossomo 6. Tal <strong>tendência genética</strong> é essencial ao desenvolvimento da doença, mas não explica a apresentação todos os casos. Vários indivíduos portadores dos genes de maior risco nunca desenvolvem o diabetes.</li>
<li>A <strong>exposição a fatores ambientais desencadeantes</strong> altera o sistema imunológico de forma a converter a “susceptibilidade” em “destruição de células beta”. Apesar de várias pesquisas terem sido realizadas na busca dos fatores “gatilhos”, poucos foram os ensaios clínicos. Identificaram apenas alguns fatoras, dentre eles as proteínas do leite de vaca e a deficiência de vitamina D.</li>
<li>A <strong>presença dos autoanticorpos indica a progressão para a fase clínica do diabetes</strong>. Geralmente, um ou mais anticorpos estão presentes no sangue, dentre os quais os mais frequentes: anticorpo anti-IA2, anticorpo anti-insulina, anticorpo anti-ilhota, anticorpos anti-ácido glutâmico descarboxilase (GAD).</li>
<li>O <strong>problema metabólico</strong> mais precocemente detectado é a perda da “secreção de insulina de primeira fase”,  em resposta à infusão endovenosa de glicose. Depois, há a fase de intolerância à glicose, que pode ser detectada após a ingestão de uma quantidade determinada de dextrosol (glicose). E logo a fase clínica do diabetes se desenvolverá.</li>
<li><strong>Quando a quantidade de células beta já não é suficiente para se manter a glicemia dentro dos limites normais, o diabetes se desenvolve</strong>. Essa fase inclui a “lua de mel”, ou período de remissão, no qual há ainda função residual das células b e uma maior facilidade de se manter o controle metabólico.</li>
</ol>
<p>Hoje em dia, parece claro o papel destacado que os fatores ambientais têm no desenvolvimento do diabetes mellitus tipo 1. <strong>A incidência da doença está crescendo 2 a 5% por ano, em todo o mundo, especialmente nas crianças menores que 5 anos.</strong> E essa incidência tem uma enorme variação regional, desde 4/100.000 habitantes/ano na população menor que 14 anos da África e Ásia, até mais de 20/100.000 no Canadá. A Finlândia é o país de maior incidência mundial, com mais de 50 novos casos por 100.000 habitantes ao ano. Existem evidências que populações geneticamente similares (por exemplo, finlandeses e povos carelianos da Rússia) podem ter uma grande discrepância de suas incidência do diabetes. Tais fatores indicariam um <strong>importante papel dos fatores ambientais como causa do diabetes tipo 1</strong>, já que as causas genéticas não conseguiriam explicar a rapidez dessas mudanças.</p>
<p><strong>O diabetes é 15 vezes mais comum no irmão gêmeo de uma criança diabética, em comparação com a população geral</strong> (prevalência de 6% e 0,4%, respectivamente). Então, além de envolver crianças de populações com maior incidência da doença, geralmente os estudos relacionados à prevenção da doença pesquisam crianças irmãs de diabéticos, especialmente os gêmeos idênticos, os quais têm a mesma carga genética, ou seja, a mesma susceptibilidade ao diabetes.</p>
<p>Apesar dos grandes avanços na identificação dos genes implicados no maior risco de desenvolvimento do diabetes, <strong>ainda tem-se um avanço discreto nas pesquisas sobre fatores ambientais</strong>, os “gatilhos”. Duas hipóteses são as mais estudadas: (1) a <strong>hipótese da higiene</strong> e (2) a <strong>hipótese da aceleração</strong>. A primeira se refere à sociedade moderna, na qual há menor exposição precoce aos germes, o que previne o sistema imunológico geneticamente predisposto de se proteger do fenômeno autoimune. Já a hipótese da aceleração sugere que o aumento da incidência de obesidade estressa a célula beta susceptível, acelerando sua morte prematura.</p>
<p>Hoje, <strong>o maior fator ambiental estudado é a exposição precoce às proteínas do leite de vaca</strong>, o que tem sido relacionada ao desenvolvimento do diabetes tipo 1. Dessa forma, <strong>o aleitamento materno, além de todas as conhecidas vantagens, pode proteger contra a ativação do “ataque” autoimune.</strong></p>
<p>Os estudos envolvendo a prevenção do diabetes tipo 1 requerem intervenções em tempos determinados: (1) <strong>prevenção primária</strong> – evita-se a exposição a determinados fatores ambientais; (2) <strong>prevenção secundária </strong>ou <strong>intervenção</strong> – durante a destruição das células b, intervém-se no processo autoimune; (3) <strong>prevenção terciária</strong> – tenta-se a reversão da perda das células beta, após da apresentação clínica do diabetes tipo 1.</p>
<p>Na prevenção primária (o enfoque deste texto), tem-se estudado principalmente o papel da exposição precoce do leite de vaca. Alguns estudos, ainda em andamento, mostram uma significativa redução dos autoanticorpos após 10 anos de uso de fórmulas lácteas modicadas, em comparação às fórmulas convencionais. Ainda não se tem idéia se essa diferença se traduzirá em uma redução da apresentação clínica do diabetes tipo 1.</p>
<p>Outros complexos estudos ainda estão em andamento, envolvendo fatores nutricionais na gênese do diabetes. Destacam-se a suplementação precoce de ácidos graxos ômega-3; o atraso na introdução do glúten na dieta de crianças com parentes de 1<sup>o</sup> grau diabéticos; e a suplementação de vitamina D para a prevenção de doenças autoimunes.</p>
<p><strong>Após o estabelecimento pleno do diabetes tipo 1, a única medida para a reversão definitiva da doença seria a reposição fisiológica de insulina</strong>, através de um pâncreas artificial ou da restituição das células beta por transplante de ilhotas ou de pâncreas. Por essa razão, <strong>o diabetes tipo 1 é tido como uma das principais doenças candidatas ao tratamento com células-tronco no futuro</strong>.</p>
<p>No caso de transplante pancreático, o tratamento tem sido aplicado com resultados satisfatórios, especialmente nos casos de transplante renal conjunto (nos diabéticos com insuficiência renal crônica). No entanto, tal opção terapêutica se restringe a grupos selecionados, em geral com muitos anos de diabetes e complicações crônicas graves. Isso se deve, primeiramente, à dificuldade de doadores de órgãos e, principalmente, à necessidade de imunossupressão permanente, com todos os seus riscos e inconvientes, de forma a se evitar a rejeição ao órgão transplantado.</p>
<p>Após todas possíveis intervenções nas etapas de desenvolvimento do diabetes tipo 1, muitas das quais não há resultados positivos e duradouros, <strong>resta-nos aguardar melhores desfechos, em relação a todos os programas de prevenção</strong>. Apesar de ainda não se ter a comprovação científica da relação direta de alguns fatores na gênese do diabetes, parece-me claro que <strong>a recomendação de estímulo ao aleitamento materno exclusivo nos primeiros meses de vida, além da exposição solar associada à suplementação de vitamina D, são medidas de grande impacto na vida da criança e do adolescente como um todo. E com grandes chances de benefícios diretos no desenvolvimento de um sistema imunológico sadio.</strong></p>
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		<title>Acompanhe o crescimento dos seus filhos on line!</title>
		<link>http://www.clinicamonpetit.com.br/blog/526/</link>
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		<pubDate>Fri, 17 Feb 2012 18:43:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rafael</dc:creator>
				<category><![CDATA[Adolescência]]></category>
		<category><![CDATA[Crescimento e desenvolvimento]]></category>
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		<description><![CDATA[A Clínica Mon Petit tem o prazer de anunciar mais uma inovação que oferece a seus clientes: o sistema de acompanhamento do crescimento on line. As crianças e adolescentes atendidos na Clínica Mon Petit terão suas medidas de peso, altura, perímetro cefálico e índice de massa corporal armazenadas em um espaço virtual reservado às suas famílias. Assim, pode-se acompanhar sempre o desenvolvimento antropométrico on line, com possibilidade de impressão dos gráficos e tabelas. <br /><a class="leia-mais" href="http://www.clinicamonpetit.com.br/blog/526/">Leia mais</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.clinicamonpetit.com.br/acompanhamento"><img class="aligncenter size-full wp-image-528" title="crescimento_mon_petit" src="http://www.clinicamonpetit.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/02/crescimento_mon_petit1.jpg" alt="" width="585" height="243" /></a></p>
<p>A<strong> Clínica Mon Petit</strong> tem o prazer de anunciar mais uma inovação que oferece a seus clientes: o <strong>sistema de acompanhamento do crescimento <em>on line</em></strong>.</p>
<p>As crianças e adolescentes atendidos na Clínica Mon Petit terão suas <strong>medidas de peso, altura, perímetro cefálico e índice de massa corporal armazenadas em um espaço virtual</strong> reservado às suas famílias. Assim, pode-se acompanhar sempre o desenvolvimento antropométrico <em>on line</em>, com possibilidade de impressão dos gráficos e tabelas.</p>
<p>Os gráficos de crescimento são<strong> ferramentas muito úteis </strong>e de suma importância na <strong>avaliação do estado de saúde das crianças e adolescentes</strong>.</p>
<p>A interpretação dos dados fornecidos pelos gráficos de crescimento deve ser feita sempre pelo Pediatra responsável. Mais importante que uma simples medida é o acompanhamento clínico, com a análise de várias medidas, entre outros fatores.</p>
<p>Com o acompanhamento antropométrico on line da Clínica Mon Petit, a <strong>avaliação do crescimento</strong> pode ser realizada de maneira <strong>mais eficiente</strong>, devido à facilidade de acesso aos dados, seja pela família ou pelos médicos.</p>
<p>Visite <a href="http://www.clinicamonpetit.com.br" target="_blank">nossa página</a> e experimente essa nova ferramenta!</p>
<p style="text-align: right;">Equipe de Pediatras da Clínica Mon Petit</p>
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		<title>A importância da vitamina D</title>
		<link>http://www.clinicamonpetit.com.br/blog/a-importancia-da-vitamina-d/</link>
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		<pubDate>Sat, 11 Feb 2012 21:06:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rafael</dc:creator>
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		<category><![CDATA[vitamina D]]></category>

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		<description><![CDATA[Nos últimos anos, tem-se estudado muito o papel da vitamina D no corpo humano. Hoje, sabe-se que as funções desse hormônio vão muito além do metabolismo ósseo e que determinadas situações têm contribuído para a sua deficiência. Neste texto, o Dr. Rafael Mantovani descreve as principais funções da vitamina D, causas de sua deficiência e estratégias para evitá-la. <br /><a class="leia-mais" href="http://www.clinicamonpetit.com.br/blog/a-importancia-da-vitamina-d/">Leia mais</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.clinicamonpetit.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/02/sol_mon_petit.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-522" title="sol_mon_petit" src="http://www.clinicamonpetit.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/02/sol_mon_petit-283x300.jpg" alt="" width="283" height="300" /></a></p>
<p>Nos últimos anos, tem-se estudado muito o papel da vitamina D no corpo humano. Hoje, sabe-se que as funções desse hormônio vão muito além do metabolismo ósseo e que determinadas situações têm contribuído para a sua deficiência. Recentemente, alguns trabalhos científicos têm mostrado uma relação entre a obesidade e a deficiência de vitamina D. E isso inclui a faixa etária pediátrica.</p>
<p>A fonte principal de vitamina D é a luz solar (vitamina D<sub>3</sub>), a qual é absorvida pela pele e participa da síntese do hormônio a partir do seu precursor, o colesterol. A vitamina D<sub>3</sub> é também encontrada em peixes ricos em óleo, como salmão e cavala. Os cogumelos expostos à luz solar são outras fontes ricas da vitamina D<sub>2</sub>, a outra forma na qual é encontrada na natureza.</p>
<p>A vitamina D, em quantidades suficientes no corpo humano, garante a absorção eficiente de cálcio e fósforo. Sem a sua presença, apenas 10-15% do cálcio e 60% do fósforo da alimentação são absorvidos. Além dessa função, desempenha várias outras ações biológicas, estando o seu receptor presente na maioria dos tecidos do corpo: inibição da proliferação celular, inibição da angiogênese, estímulo à produção de insulina, inibição da produção de renina e estímulo à ação dos macrófagos.</p>
<p>Os dados epidemiológicos sobre a deficiência da vitamina D são alarmantes, inclusive na faixa etária pediátrica. Estudos recentes realizados nos EUA mostram que mais de 50% dos adolescentes hispânicos e afroamericanos de Boston e 48% dos pré-adolescentes brancos de Maine têm deficiência desse hormônio, ou seja, níveis inferiores a 20 ng/mL.</p>
<p><strong>Causas da deficiência de vitamina D</strong></p>
<p>Sem dúvida, a maior causa de deficiência de vitamina D é a exposição insuficiente aos raios solares. O uso de protetor solar com FPS superior a 30 reduz a produção da vitamina D na pele em mais de 95%.</p>
<p>Pessoas com a cor da pele mais escura têm maior risco de deficiência, já que têm proteção solar natural. Necessitam, portanto, 3 a 5 vezes mais tempo de exposição ao sol para a produção da mesma quantidade de vitamina D que uma pessoa com pele clara.</p>
<p>Há ainda uma relação inversa dos níveis da vitamina D e o índice de massa corporal, ou seja, a obesidade tem uma associação direta com a sua deficiência. Outras situações também estão relacionadas à falta do hormônio, como síndromes de má absorção intestinal, uso de medicamentos anticonvulsivantes, alguns linfomas e doenças endócrinas, como alterações das glândulas paratireróides.</p>
<p><strong>Consequências da deficiência de vitamina D</strong></p>
<p>A falta da vitamina D no corpo resultará em anormalidades do metabolismo do cálcio, do fósforo e, consequentemente, dos ossos. Como não se consegue uma quantidade adequada de cálcio no organismo, que é essencial para diversas funções celulares, esse mineral é mobilizado do esqueleto, gerando uma diminuição da sua densidade, o que leva à osteopenia e osteoporose. Nas crianças, as modificações estruturais dos ossos em desenvolvimento provocam uma variedade de deformidades esqueléticas, classicamente conhecidas como raquitismo.</p>
<p>Além das alterações ósseas, a deficiência de vitamina D causa fraqueza muscular e, recentemente, tem sido associada ao desenvolvimento de doenças autoimunes, como diabetes <em>mellitus</em> tipo 1, esclerose múltipla, doença inflamatória intestinal, lúpus, etc.</p>
<p><strong>Como se evitar a deficiência de vitamina D</strong></p>
<p>Sem dúvida, a exposição solar nos horários recomendados (luz solar direta, sem a aplicação de protetor), além da ingestão de alimentos ricos em vitamina D (tabela abaixo), é a forma mais barata e eficiente de se evitar a sua deficiência.</p>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td width="365" valign="top"><strong>Exemplos   de alimentos ricos em vitamina D</strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="365" valign="top">Óleo de fígado de bacalhau</p>
<p>Salmão</p>
<p>Sardinha</p>
<p>Cavala</p>
<p>Atum</p>
<p>Cogumelo shiitake (fresco   ou desidratado)</p>
<p>Gema de ovo</p>
<p>Alimentos   fortificados (leite, sucos, iogurtes, margarina, cereais)</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Recentemente, tem-se recomendado a suplementação de vitamina D a um grande número de pessoas sob risco de deficiência hormonal. Através da consulta médica, procura-se identificar situações de risco, como baixa exposição solar, ingestão de quantidades insuficientes de alimentos ricos em vitamina D ou ainda o diagnóstico de doenças que interferem no metabolismo da vitamina D ou de cálcio/fósforo.</p>
<p>Nesses casos, a suplementação oral é muito importante. No mercado, já se encontram disponíveis preparações em gotas, de fácil ingestão até para os recém-nascidos. As doses e preparações devem ser individualizadas e o acompanhamento médico é essencial.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>NAS FÉRIAS O RISCO DE ACIDENTES COM SEU FILHO É MUITO MAIOR!</title>
		<link>http://www.clinicamonpetit.com.br/blog/nas-ferias-o-risco-de-acidentes-com-seu-filho-e-muito-maior/</link>
		<comments>http://www.clinicamonpetit.com.br/blog/nas-ferias-o-risco-de-acidentes-com-seu-filho-e-muito-maior/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 09 Jan 2012 13:55:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>magno</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crescimento e desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[Urgências pediátricas]]></category>

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		<description><![CDATA[Os acidentes quando graves geram uma angústia muito grande nos pais, pois a grande maioria é EVITÁVEL e fica difícil livrar-se da CULPA . <br /><a class="leia-mais" href="http://www.clinicamonpetit.com.br/blog/nas-ferias-o-risco-de-acidentes-com-seu-filho-e-muito-maior/">Leia mais</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.clinicamonpetit.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/foto-queimaduras1.png"><img class="aligncenter size-medium wp-image-515" src="http://www.clinicamonpetit.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/foto-queimaduras1-300x286.png" alt="" width="300" height="286" /></a></p>
<p>Pensei em colocar uma foto chocante para convencer os pais da importância de dar importância ao tema, mas talvez não seja o melhor momento. Acreditem, os acidentes acontecem em todas as classes sociais : são 5 mil mortes e 110 mil hospitalizações por acidente em crianças de 1 a 14 anos TODOS os anos no País.</p>
<p>A criança se desenvolve muito rapidamente e as mães e pais têm que estar conscientes de que elas vivem num mundo construído para os adultos com todos os riscos!!!  <strong>Quando já existe um irmãozinho(a) o risco de acidentes é ainda maior&#8230;..</strong></p>
<p>A regra é sempre <strong>antecipar-se</strong>. Ex: sabemos que o bebê de 2 meses não vai cair do carrinho e se jogar para frente, mas já é necessário o cinto pois em breve ele conseguirá&#8230; E o tempo passa muito rápido&#8230; Algumas atitudes precisam ser <strong>automáticas</strong> e por isso devem ser efetuadas <strong>sempre</strong> e o quanto antes. Muitas vezes os pais se dão conta de certa habilidade da criança justamente na hora do acidente&#8230;</p>
<p>Os acidentes quando graves geram uma angústia muito grande nos pais, pois a grande maioria é <strong>EVITÁVEL e fica difícil livrar-se da CULPA .</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>VEJA COMO PROTEGER SEU FILHO NO NOSSO SITE: </strong></p>
<p><strong><a href="http://www.clinicamonpetit.com.br/orientacoes.php%23pediatria">www.clinicamonpetit.com.br/orientacoes.php#pediatria</a></strong></p>
<p><strong><em><span style="color: #ff0000">NO CARRO O USO DO ASSENTO É OBRIGATÓRIO E SEM EXCEÇÃO, INDEPENDENTE DO PERCURSO, DO CHORO OU DAS VONTADES DO &#8220;PEQUENO DITADOR&#8221;.</span></em></strong></p>
<p><strong><em><span style="color: #ff0000"><a href="http://www.clinicamonpetit.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/foto-cadeirinha1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-517" src="http://www.clinicamonpetit.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/foto-cadeirinha1.jpg" alt="" width="575" height="380" /></a><br />
</span></em></strong></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>INTOLERÂNCIA À LACTOSE É UMA DOENÇA?</title>
		<link>http://www.clinicamonpetit.com.br/blog/intolerancia-a-lactose-e-uma-doenca/</link>
		<comments>http://www.clinicamonpetit.com.br/blog/intolerancia-a-lactose-e-uma-doenca/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 07 Jan 2012 16:45:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>magno</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gastroenterologia]]></category>
		<category><![CDATA[Medicina]]></category>
		<category><![CDATA[Nutrição infantil]]></category>
		<category><![CDATA[Nutrologia]]></category>
		<category><![CDATA[Pediatria geral]]></category>
		<category><![CDATA[intolerância a lactose]]></category>
		<category><![CDATA[leite materno]]></category>
		<category><![CDATA[pediatria]]></category>
		<category><![CDATA[teste do hidrogênio expirado]]></category>

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		<description><![CDATA[Em geral a capacidade de digerirmos a lactose (açúcar do leite) vai desaparecendo à medida que cessa a amamentação. O homem, no entanto, é o único mamífero que continua a ingerir leite após o desmame. Mas não foi sempre assim... <br /><a class="leia-mais" href="http://www.clinicamonpetit.com.br/blog/intolerancia-a-lactose-e-uma-doenca/">Leia mais</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center">
<p style="text-align: center">
<p style="text-align: center"><span style="font-size: small"><span style="line-height: 24px"><strong><a href="http://www.clinicamonpetit.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/foto-leite-1.png"><img class="aligncenter size-medium wp-image-503" src="http://www.clinicamonpetit.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/foto-leite-1-e1325954430826-242x300.png" alt="Leite" width="194" height="240" /></a><br />
</strong></span></span></p>
<p><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify">Em geral a capacidade de digerirmos a lactose (açúcar do leite) vai desaparecendo à medida que cessa a amamentação. <strong>O homem, no entanto, é o único mamífero que continua a ingerir leite após o desmame. Mas não foi sempre assim&#8230;</strong></p>
<p style="text-align: justify">Hoje se sabe que os adultos que podem continuar a tomar leite sem sofrer perturbações intestinais na realidade possuem uma mutação num gene responsável pela enzima que processa a lactose (lactase).</p>
<p style="text-align: justify">Quando o gado foi domesticado pela primeira vez, há 9000 anos as pessoas começaram a consumir seu leite além da carne. Aqueles que toleravam bem o leite foram favorecidos, afinal, em uma época de escassez de alimento, era uma grande vantagem competitiva poder tomar leite e assim, estas populações fizeram mais descendentes. Estes grupos, então se proliferaram. Que grupos foram estes? Principalmente os caucasianos do centro e norte da Europa (hoje as populações que mais tomam leite) que dominaram boa parte do mundo ocidental posteriormente, transferindo seu padrão alimentar e transformando a ingesta de leite e seus derivados em um traço cultural. Hoje, quase 100% dos suecos e holandeses toleram bem o leite.</p>
<p style="text-align: justify">No entanto, outras etnias perdem progressivamente a capacidade de digerir a lactose (esquimós, judeus, orientais, indianos, negros). Desta forma, estes grupos não consomem habitualmente leite após o desmame, assim como todos os mamíferos e nossos antepassados distantes.</p>
<p style="text-align: justify">O “normal” , portanto, seria que todos nós desenvolvêssemos a deficiência da enzima lactase com o tempo, não tolerando o leite na idade adulta. Assim, não seria uma anomalia, mas uma consequência natural de uma diminuição fisiológica da capacidade de digerir a lactose. <strong>Quem tolera o leite é que é o ser “mutante”</strong>. Assim 65% da população mundial não consegue digerir a lactose. Apesar disto quando ocorrem sintomas intestinais associados à ingesta de leite julga-se que o indivíduo tem um problema&#8230;</p>
<p style="text-align: justify">Estima-se ainda que 99% dos chineses não toleram a lactose e 50% dos brasileiros também não.</p>
<p style="text-align: justify">Nas crianças hispânicas, asiáticas e negras, 20% tem evidência de intolerância à lactose antes dos 5 anos de idade.</p>
<p style="text-align: justify">Outro tipo de alteração é a intolerância <span style="text-decoration: underline">secundária</span> à lactose que ocorre após uma diarréia aguda. Neste caso, ocorre uma agressão intestinal que diminui a capacidade de digestão da lactose. Em geral este processo é transitório e melhora à medida que ocorre recuperação do intestino.</p>
<p style="text-align: justify">Existe ainda a intolerância <span style="text-decoration: underline">congênita</span>, esta sim é uma doença grave em que o bebê nasce sem a capacidade de digerir a lactose resultando em diarréia intensa desde os primeiros dias de vida. Felizmente, casos como estes são uma raridade.</p>
<p style="text-align: justify">Para saber se você faz parte dos 50% de brasileiros intolerantes ao açúcar do leite o melhor exame existente hoje é o <strong>teste do hidrogênio expirado</strong>. Este exame é simples e indolor e consiste em tomar uma quantidade pré-estabelecida de lactose e respirar em um pequeno aparelho em intervalos regulares. Sua interpretação deve ser realizada por um gastroenterologista.</p>
<p style="text-align: justify"><strong><em>Este teste está disponível na MonPetit para crianças e adultos.</em></strong></p>
<p style="text-align: justify"><strong><em>Para mais informações acesse nosso site.</em></strong></p>
<p><a href="http://www.clinicamonpetit.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/teste-do-hidrogenio.png"><img class="aligncenter size-thumbnail wp-image-504" src="http://www.clinicamonpetit.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/teste-do-hidrogenio-150x150.png" alt="" width="150" height="150" /></a></p>
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		<title>Seu filho está com 10 anos e você acha que a época de vacinação já passou?</title>
		<link>http://www.clinicamonpetit.com.br/blog/seu-filho-esta-com-10-anos-e-voce-acha-que-a-epoca-de-vacinacao-ja-passou/</link>
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		<pubDate>Sat, 07 Jan 2012 16:11:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>magno</dc:creator>
				<category><![CDATA[Alergia e imunologia]]></category>
		<category><![CDATA[Crescimento e desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Pediatria geral]]></category>
		<category><![CDATA[pediatria]]></category>
		<category><![CDATA[Vacinação]]></category>

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		<description><![CDATA[LEMBRE-SE DA VACINA CONTRA O HPV INDICADO PARA MENINOS E MENINAS A PARTIR DOS 9 ANOS. A NOVA VACINA CONTRA MENINGOCOCO A,C,Y E W135 DEVE SER APLICADA A PARTIR DOS 11 ANOS. CONSULTE SEU PEDIATRA SEMPRE.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>LEMBRE-SE DA VACINA CONTRA O HPV INDICADO PARA MENINOS E MENINAS A PARTIR DOS 9 ANOS.<br />
A NOVA VACINA CONTRA MENINGOCOCO A,C,Y E W135 DEVE SER APLICADA A PARTIR DOS 11 ANOS.<br />
CONSULTE SEU PEDIATRA SEMPRE.</p>
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		<title>Preparativos para a praia</title>
		<link>http://www.clinicamonpetit.com.br/blog/preparativos-para-a-praia/</link>
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		<pubDate>Tue, 27 Dec 2011 22:27:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>denise</dc:creator>
				<category><![CDATA[Adolescência]]></category>
		<category><![CDATA[Alergia e imunologia]]></category>
		<category><![CDATA[Pediatria geral]]></category>
		<category><![CDATA[Prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[Urgências pediátricas]]></category>

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		<description><![CDATA[As férias chegaram! Muitas famílias aproveitam essa época para curtir uma praia. Para aproveitar melhor o passeio, deve-se tomar alguns cuidados especiais com as crianças. Nesse texto, listamos os acidentes com crianças mais comuns na praia, com as respectivas recomendações. <br /><a class="leia-mais" href="http://www.clinicamonpetit.com.br/blog/preparativos-para-a-praia/">Leia mais</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><span style="color: #3366ff;">As férias chegaram! Muitas famílias aproveitam essa época para curtir uma praia. Para aproveitar melhor o passeio, deve-se tomar alguns cuidados especiais com as crianças. Nesse texto, listamos os acidentes com crianças mais comuns na praia, com as respectivas recomendações.</span></em></p>
<p><a href="http://www.clinicamonpetit.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/filtro_solar_mon_petit.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-480" title="filtro_solar_mon_petit" src="http://www.clinicamonpetit.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/filtro_solar_mon_petit.jpg" alt="" width="294" height="294" /></a></p>
<p><span style="color: #0000ff;"><strong><span style="color: #0000ff;">Insolação.</span> </strong></span>A criança deve aumentar a ingestão de líquidos (sucos, água de coco e água mineral) e procurar fazer refeições leves. É interessante criar uma rotina para a criança na praia, principalmente, em relação ao sono e à alimentação.</p>
<p><strong><span style="color: #0000ff;">Queimaduras solares.</span></strong> Para as crianças maiores de 6 meses, protetor solar de 1/1 hora. O fator de proteção solar (FPS) deve ser no mínimo 30. Recomenda-se, na prática, FPS de 50, já que após 1 hora, há perda de aproximadamente 50% dessa proteção. Mesmo os produtos que se declaram resistentes à água perdem cerca de 50% do FPS após 40 minutos de imersão em água.</p>
<p>Outra alternativa é uso de camiseta própria (seca rápido, impede a ação da irradiação UV e comprada em cor chamativa ajuda na identificação da criança mesmo de longe).</p>
<p><a href="http://www.clinicamonpetit.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/crianças_praia_mon_petit.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-481" title="crianças_praia_mon_petit" src="http://www.clinicamonpetit.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/crianças_praia_mon_petit-300x187.jpg" alt="" width="300" height="187" /></a></p>
<p>Obs: Não se esqueçam da careca&#8230; Com muita frequência, as crianças apresentam queimaduras no couro cabeludo, por esquecimento de se passar o protetor solar na cabeça dos bebês. Além do protetor solar, uma boa opção é o uso de touca ou boné com proteção UVA e UVB.</p>
<p><strong><span style="color: #0000ff;">Diarréia. </span></strong>Para começar, a prevenção da diarréia é a principal tarefa. Deve-se ter um cuidado especial com a higiene das mãos das crianças. Outra dica: evitar alimentos frios, crus, semi-cozidos e maioneses. Ao testar um alimento novo (peixe, crustáceos), ofereça apenas uma pequena quantidade à criança para observar a reação; e cuidado com os espinhos.</p>
<p><span style="color: #0000ff;"><strong><span style="color: #0000ff;">Perda da criança.</span></strong></span> Quando se está em pequenas multidões, com mais de uma pessoa tomando conta da criança, o risco de perdê-la é maior. Deve-se dividir as responsabilidades e indicar claramente quem fica sob a “guarda” da criança em cada determinado período. Outra sugestão é o uso de pulseiras coloridas em que se coloca o nome e o telefone da criança (procure em lojas de artigos para festas).</p>
<p><strong><span style="color: #0000ff;">Picada de mosquitos.</span></strong> A melhor proteção para o bebê menor de 6 meses ainda é a tela e o mosquiteiro. Para a criança maior, podem-se usar repelentes testados dermatologicamente para crianças (substância ativa DEET na concentração de 10%). Não se recomendam produtos em gel; além disso, evitem as fragrâncias (são enjoativas e alguns estudos mostram que podem atrair os insetos).</p>
<h2><em>Dicas para a aplicação de filtro solar e repelente de insetos</em></h2>
<ul>
<li>Aplicar uma camada homogênea do filtro solar em toda a superfície a ser protegida;</li>
<li>Não usar o produto nos olhos, boca e narinas pois pode haver irritação da mucosa;</li>
<li>Não deixar que crianças apliquem o protetor sozinhas;</li>
<li>Não aplicar repelentes nas mãos de crianças, para que elas não o levem às mucosas;</li>
<li>Não aplicar repelente na pele irritada, com feridas ou cortes;</li>
<li>Reaplicar o repelente de acordo com informação do fabricante. Os produtos mais concentrados podem ser reaplicados a cada 5 horas ou a cada 2 horas, se a temperatura estiver maior que 30ºC.</li>
<li>Se a criança apresentar irritação da pele ou outro sintoma que possa ter sido provocado pelo uso de um repelente, pare de usar o produto; lave a parte afetada com água e sabão e entre em contato com o Pediatra da criança.</li>
</ul>
<h3><span style="color: #000000;"><em><span style="color: #3366ff;">Aproveitem as férias, divirtam-se, brinquem muito, tirem fotos e filmem bastante&#8230; O humor também melhora a imunidade!</span></em></span></h3>
]]></content:encoded>
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		<title>Feliz Natal!</title>
		<link>http://www.clinicamonpetit.com.br/blog/feliz-natal/</link>
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		<pubDate>Thu, 22 Dec 2011 16:59:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rafael</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pediatria geral]]></category>

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		<description><![CDATA[A Clínica Mon Petit deseja um feliz Natal e muita saúde no ano de 2012! <br /><a class="leia-mais" href="http://www.clinicamonpetit.com.br/blog/feliz-natal/">Leia mais</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.clinicamonpetit.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/feliz_natal_monpetit2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-477" title="feliz_natal_monpetit" src="http://www.clinicamonpetit.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/feliz_natal_monpetit2.jpg" alt="" width="616" height="468" /></a></p>
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		<title>Teste do coraçãozinho: mais um teste para os bebês?</title>
		<link>http://www.clinicamonpetit.com.br/blog/teste-do-coracaozinho-mais-um-teste-para-os-bebes/</link>
		<comments>http://www.clinicamonpetit.com.br/blog/teste-do-coracaozinho-mais-um-teste-para-os-bebes/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 15 Dec 2011 23:40:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>magno</dc:creator>
				<category><![CDATA[Neonatologia]]></category>
		<category><![CDATA[Pediatria geral]]></category>
		<category><![CDATA[Prevenção]]></category>

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		<description><![CDATA[Em São Paulo, tive a oportunidade de participar da confraternização da Associação de Assistência à Criança Cardiopata (AACC) Pequenos Corações com a participação de pais e crianças com cardiopatias congênitas e a presença da equipe de médicos da Beneficência Portuguesa, uma das equipes mais conceituadas no mundo nesta área. Segundo a Dra. Clélis Camargo aproximadamente 1 em cada 100 bebês nasce com cardiopatia congênita. O diagnóstico precoce pode salvar a vida desta criança. No pré-natal, se houver qualquer dúvida no ultrassom &#8230; <br /><a class="leia-mais" href="http://www.clinicamonpetit.com.br/blog/teste-do-coracaozinho-mais-um-teste-para-os-bebes/">Leia mais</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em São Paulo, tive a oportunidade de participar da confraternização da <strong>Associação de Assistência à Criança Cardiopata (AACC) Pequenos Corações</strong> com a participação de pais e crianças com cardiopatias congênitas e a presença da equipe de médicos da Beneficência Portuguesa, uma das equipes mais conceituadas no mundo nesta área.</p>
<p>Segundo a Dra. Clélis Camargo aproximadamente <strong>1 em cada 100 bebês</strong> nasce com <strong>cardiopatia congênita</strong>. O diagnóstico precoce pode salvar a vida desta criança.</p>
<p>No pré-natal, se houver qualquer dúvida no ultrassom morfológico quanto ao coração da criança deve-se solicitar a <strong>ECOCARDIOGRAFIA FETAL</strong>.</p>
<p>A ECOCARDIOGRAFIA FETAL é indicada ainda em <strong>TODAS AS GESTANTES</strong> que:</p>
<p>-Tenham mais de 35 anos de idade.</p>
<p>-Já tiveram filhos ou outros familiares próximos com cardiopatia congênita.</p>
<p>-Têm diabetes ou lupus</p>
<p>-Tiveram toxoplasmose ou rubéola na gestação.</p>
<p>-Utilizaram na gestação medicamentos como: anticonvulsivantes, antiinflamatórios, ácido retinóico, lítio, entre outros.</p>
<p>-Estão esperando gêmeos.</p>
<p>-Quando o feto apresenta alteração no cariótipo (suspeita de síndromes), na translucência nucal (ultrassom de 12 semanas) ou alteração em algum outro órgão.</p>
<p>A AACC Pequenos Corações tem o apoio da <strong>Sociedade Brasileira de Pediatria</strong> na tentativa de implementar o <strong>teste do coraçãozinho </strong>na maternidade, com projeto de lei já em tramitação na câmara de vereadores de SP.</p>
<p>Trata-se de um teste realizado com um pequeno aparelho (oxímetro de pulso) que mede o oxigênio nas mãos e pés do bebê (04 membros), é indolor e dura cerca de 3 minutos.</p>
<p>Converse com seu pediatra e lembre-se: realize uma consulta com o pediatra antes de seu filho nascer.</p>
<p><a href="http://www.clinicamonpetit.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/Teste_do_coraozinho.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-462" src="http://www.clinicamonpetit.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/Teste_do_coraozinho-213x300.jpg" alt="" width="213" height="300" /></a></p>
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