Clínica pediátrica Mon Petit

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Letícia Lima

Letícia Lima

Drª Letícia Veiga Lima, graduada em medicina pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) em 2005. Prestou neste mesmo ano concurso para residência médica, tendo sido aprovada para residência em Pediatria no Hospital Infantil João Paulo II – antigo Centro Geral de Pediatria – rede FHEMIG – Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais, que engloba grandes hospitais, tais como Hospital de Pronto Socorro João XXIII, Hospital Alberto Cavalcanti, Hospital Júlia Kubitschek, Instituto Raul Soares, Maternidade Odete Valadares, entre outros. Desde o início da graduação despertou interesse específico pela pediatria, realizando diversos estágios na área e Monitoria do Programa de Iniciação a Docência do Departamento de Pediatria da UFMG. Como pediatra, atua no pronto atendimento do Hospital MaterDei.

Na clínica MonPetit atua como pediatra geral com disponibilidade e humanidade, envolvimento e atenção especial a saúde preventiva da criança. Realiza atendimento à gestante – puericultura antenatal – e presta assistência em sala de parto, acompanhando o bebê desde a vida intra uterina, passando pelo nascimento, até os 20 anos de idade. Sendo necessário, realiza também consultas domiciliares, especialmente a recém – nascidos.

A pediatria geral

Letiia

A pediatria é a especialidade médica dedicada à assistência à criança e ao adolescente, nos seus diversos aspectos, sejam eles preventivos (Puericultura) ou curativos. Aspectos preventivos envolvem ações como aleitamento materno, imunizações (vacinas), prevenção de acidentes, além do acompanhamento e das orientações necessárias a um crescimento e desenvolvimento saudáveis (puericultura).Os curativos correspondem aos diversos procedimentos e tratamentos das mais diversas patologias exclusivas ou não da criança e adolescente.

O pediatra é o médico com formação dirigida exclusivamente para os cuidados da criança e do adolescente, com uma formação que compreende no mínimo dois anos de residência médica ou curso de especialização equivalente a pós-graduação, entretanto somente os profissionais que concluíram curso de residência médica conseguem a inscrição da especialidade junto ao registro do CRM.

Com a expectativa de vida podendo chegar até 100 anos o grande desafio do pediatra é a prevenção de doenças crônicas dos adultos e idosos, modificando hábitos nocivos à saúde futura, os quais se estabelecem nesta faixa etária, tais como obesidade, diabetes, ateroesclerose, hipertensão arterial, pneumopatias, entre outras. É essencial que todo bebê seja acompanhado por um especialista em pediatria desde os primeiros dias de vida. As consultas devem ser regulares, pelo menos até aos dois anos, tornando-se mais espaçadas à medida que a criança vai crescendo e ganhando mais resistência.

Orientaçoes

  • A escolha do pediatra ideal para seu filho
    • Escolher o pediatra adequado é uma das mais importantes decisões de qualquer casal que acaba de ter um filho. Uma das mais importantes e difíceis. Geralmente, esta escolha tende a ser feita durante a gravidez, chegando-se a uma conclusão no sétimo ou oitavo mês de gestação, tendo por base conselhos e opiniões de amigos, conhecidos e familiares ou do próprio obstetra que segue a mãe durante a gravidez. Quando indicado por amigos, trata-se de pessoas que já passaram pela tarefa de eleger um pediatra para acompanhar os filhos, e estão mais ou menos habilitadas a sugerir o nome deste ou daquele médico. Embora essas sugestões sejam muito importantes (até decisivas), tanto você como o seu parceiro não devem se esquecer de ponderar sobre algumas questões práticas que podem ajudar no momento da escolha.

      São elas:

      1. Flexibilidade de horário do pediatra.
      2. Disponibilidade do pediatra em situações de emergência.
      3. Localização do consultório e facilidade de estacionamento.

      Embora seja uma situação desagradável e constrangedora, os pais do bebê não devem hesitar em mudar de pediatra, caso este não corresponda às suas expectativas. Uma vez que, em média, o pediatra é visitado uma dezena de vezes até ao primeiro ano de vida do bebê, convém que seja merecedor da confiança e respeito dos pais.

      O Check Up médico

      O bebê deve ser acompanhado por um especialista, pelo menos, uma vez por mês, até completar os quatro meses de idade.

      Estas consultas têm por objetivo apurar sobre o seu estado de saúde e grau de desenvolvimento. Para o efeito, o pediatra deve também ter em atenção eventuais considerações que você possa fazer acerca do seu filho (acha que ele come pouco, tem muita tosse, etc).

      Ao examinar um bebê com um mês de idade - momento em que decorre, normalmente, a primeira consulta de pediatria -, o seu pediatra deverá:

      1. Pesar e medir o bebê para assegurar que o seu crescimento está em sintonia com os padrões normais.
      2. Verificar se a ferida umbilical está cicatrizando bem e sem problemas.
      3. Eventualmente, vacinar o bebê contra a hepatite, se o considerar necessário naquela idade. Regra geral, a primeira grande etapa de vacinações acontece aos dois meses.
      4. Examinar a vista e a audição do bebê.
      5. Questionar a mãe sobre aspectos pontuais da alimentação, do crescimento e desenvolvimento do bebê.

      Nas consultas posteriores, o procedimento é mais ou menos o mesmo, sendo que, no quarto mês, o pediatra deve medir o crânio do bebê e comparar essa medida com os valores-padrão.

  • Cuidados com o cordão umbilical
    • O cordão umbilical representa a ligação anatômica do bebê com a mãe. É cortado no nascimento do bebê e deve ser tratado com muito cuidado para que cicatrize bem, pois é um dos locais com maior risco de infecções para os recém-nascidos. Os bebês recebem os nutrientes e o oxigênio através do cordão umbilical quando estão no ventre das mães. O cordão está ligado à placenta, que por sua vez se encontra associada à parede interna do útero materno, que lhe fornecerá os nutrientes e outras substâncias necessárias ao bebê e que se encontram no corpo da mãe.

      O cordão umbilical é considerado um importante elo de ligação do bebê com a mãe, mas é também, por vezes, uma preocupação bastante grande por ser um local de risco de infecções e por demorar algum tempo a cicatrizar, obrigando a cuidados especiais por parte dos pais.

      Depois do parto, um dos primeiros procedimentos se o bebê está respirando normalmente e tem as vias respiratórias libertas, é cortar o cordão umbilical. O médico coloca duas pinças no cordão e corta-o pelo meio. O procedimento é totalmente indolor para o bebê.

      Posteriormente, o resto do cordão umbilical que ficou preso ao nível do abdome do bebê é cuidado pelos médicos, para que cicatrize mais facilmente.

      Cuidados

      Os cuidados com o cordão umbilical a partir do nascimento aplicam-se tanto aos profissionais de saúde, que tratam do bebê nos primeiros dias, como aos pais, já em casa.

      O cordão umbilical deve ser mantido limpo e seco, colocando em cima uma compressa esterilizada e uma banda apropriada. Para que a fralda não interfira com o resto do cordão que permanece agarrado ao abdome do bebê, a colocação da fralda deve deixar o umbigo ao ar e nunca em contato com a urina.

      A roupa mais apropriada para o bebê nos primeiros dias, desde que o clima não esteja muito frio, será bastante leve e larga de forma a permitir que o ar seque o cordão e o faça a cair mais depressa. Se demorar muito tempo a cicatrizar, é normal que apareçam pequenas partes de tecido agarradas ao cordão, mas não são motivo para preocupações e desaparecem com o tempo.

      Sinais de risco e infecção

      Dada a fragilidade do cordão umbilical, é necessário verificar periodicamente se aparecem alguns sinais de risco. Os mais comuns são:

      1. A criança apresenta febre ou aparenta não estar bem de saúde.
      2. A zona do umbigo tornou-se inchada e vermelha.
      3. Aparecimento de pus na base do umbigo.

      Se for detectado algum destes sinais, é necessário recorrer ao médico, uma vez que o bebê tem uma infecção que deve ser tratada com antibióticos. Dada a fragilidade da saúde do bebê nos primeiros dias, um tratamento precoce é essencial.

      A queda do resto do cordão umbilical ocorre cerca de 10 a 21 dias após o parto, ficando o bebê com um umbigo, como o característico de todas as pessoas. Poderão aparecer alguns vestígios de sangue nas fraldas do bebê ao nível do umbigo resultantes da queda do cordão, mas esse é um sinal perfeitamente normal.

  • Como prevenir as assaduras
    • A pele do bebê é muito sensível. Ela é cinco vezes mais fina do que a dos adultos e os bebês ainda não estão prontos para combater os problemas de pele, por isso, estão mais sujeito às assaduras.

      O que é assadura?

      A assadura é uma reação da pele ao contato com substâncias como a urina e as fezes acumuladas nas fraldas.

      A assadura é mais frequente em bebês que urinam demais e evacuam a cada mamada. A urina e as fezes, com os germes, formam um pH diferente do da pele. Ela reage e surge a assadura. Quanto mais calor, pior é, pois a fralda abafa a região do bumbum e as bactérias aumentam.

      Sintomas

      1. Avermelhamento da pele, parece uma queimadura leve
      2. Feridas
      3. Infecções com pus e crostas

      Pode prejudicar as evacuações do bebê, se não for tratada rapidamente.

      1. Muita dor
      2. Febre
      3. Choro

      Tratamento

      1. Higienizar o bebê e aplicar uma pomada contra assaduras.
      2. Tomar antibióticos ou antifúngicos se indicados pelo médico.

      Prevenção

      1. Após cada troca de fralda limpe corretamente o bumbum e os órgãos genitais com algodão molhado em água morna.
      2. Evite tirar o excesso de cocô com a fralda descartável, pois o atrito pode irritar a pele do bebê.
      3. Se possível, deixe o bebê sem fralda por alguns instantes para ventilar bem a região.
      4. Tomar sol antes das 10 e depois das 15 horas na região do períneo por cerca de 15 minutos.
  • Cólicas no Bebê
    • Momentos que atormentam os bebês e preocupam os pais. A presença de cólicas atinge 50% dos recém-nascidos e desaparece por volta dos 3 meses. As causas ainda não foram descobertas pelos médicos, mas acredita-se que o problema seja decorrente da imaturidade do sistema gastrointestinal, além de outros fatores que podem colaborar, como por exemplo, o ar aspirado pelo bebê durante a amamentação e alimentos ingeridos pela mãe que causam fermentação durante a digestão.

      Algumas características são típicas no recém-nascido

      1. Apresenta o rosto avermelhado.
      2. Chora muito, pára e após minutos chora novamente.
      3. Se retorce.

      Não há medicação para tratar as cólicas. E os analgésicos são contra-indicados.

      Existem medidas preventivas que os pais podem fazer para ajudar

      1. Massagens na região do abdome para eliminar os gazes.
      2. Fazer o bebê arrotar para expelir o ar que entrou enquanto mamava.
      3. Compressas com fralda aquecida ou bolsa de água quente sobre a região da barriga.
      4. Fazer exercícios com as pernas do bebê.
      5. Ficar atento à alimentação.

      Dica: Muitas mães dizem que chás de erva-doce e de camomila ajudam, mas não devem ser adoçados com açúcar, para que não ocorra a fermentação e a situação piore ainda mais.

  • Amamentação
    • A primeira, primordial e insuperável forma de alimentar o recém nascido é o aleitamento materno.

      A recomendação pela Sociedade Brasileira de Pediatria, órgãos do governo e pela Organização Mundial de Saúde é que o aleitamento materno seja exclusivo até os seis meses e complementado pelo menos até os dois anos de idade.

      1. O bebê deve ser colocado para sugar logo após o nascimento. Mesmo que não sugue, deixá-lo sobre o corpo da mãe.
      2. O leite humano muda de composição e de características nas duas primeiras semanas.
      3. O bebê mama toda hora durante o primeiro mês, inclusive durante toda a noite. Isto não significa que o leite é fraco.
      4. Manter postura confortável, com vestimentas que não incomodem mãe nem bebê.
      5. O corpo do bebê deve ficar em contato com o tórax da mãe. Seus braços não devem se interpor entre seu corpo e o corpo da mãe, mas o bebê deve estar firmemente apoiado no colo ou nos braços da mãe.
      6. A mãe segura o seio com a mão em “C” e aproxima o bebê do mamilo. Assim que o bebê abre a boca, leva-o a abocanhar o mamilo. É ele quem se aproxima da mama e não a mama que se aproxima dele – esta posição evita dores e desconforto nas costas.
      7. O bebê deve abocanhar toda a aréola, com o queixo tocando a mama e os lábios curvados para fora.
      8. O bebê deve esvaziar toda a mama, o que ocorre por volta de 15 minutos após o início da mamada. Ao retirar o bebê da mama, a mãe, com o dedo mínimo, provoca uma pequena abertura no canto da boca do bebê para modificar a pressão interna e não causar lesões ao mamilo; espera o bebê arrotar e em seguida o coloca na outra mama, até ele se satisfazer, o que pode acontecer sem esvaziar completamente a segunda mama.
      9. Na próxima mamada, a mãe deve oferecer primeiro a segunda mama da mamada anterior.

      Para evitar lesões no mamilo

      1. Realizar a técnica correta de amamentação e a forma de cessá-la, colocando o dedo mínimo no canto da boca do bebê.
      2. Expor as mamas ao ar livre e/ou a luz solar diariamente, por cerca de 15 minutos.
      3. Não usar álcool, sabões, ou produtos que ressecam a pele.
      4. Dar de mamar ao bebê com bastante freqüência, nos primeiros meses, em livre demanda, ou seja, na hora em que o bebê solicitar.

      É importante lembrar:

      1. Mastite não contra indica a amamentação. Trata-se com antibiótico, analgésico e o esvaziamento da mama, o que não prejudica a saúde do bebê.
      2. O uso de qualquer droga pela mãe deve ser informado ao pediatra do bebê, para que este avalie e oriente adequadamente sobre a interrupção ou não do aleitamento.
  • Prevenção de acidentes
    • É fundamental que os pais tenham conhecimento em relação a segurança da criança a fim de prevenir de lesões não intencionais. Segue abaixo, algumas orientações divididas por idade de 0 a 5 anos.

      Recém nascido

      1. Aleitamento natural ou artificial – Esperar a criança arrotar pós a mamada antes de deita-la, evitando o refluxo e aspiração de leite.
      2. Aleitamento artificial – Checar a temperatura da mamadeira antes de oferecê-la a criança.
      3. Não aquecer a mamadeira no forno de microondas.
      4. O bico da mamadeira não pode ser grande demais, para que não deixe passar quantidade excessiva de líquido.
      5. Não deixar a criança mamando sozinha no berço para que adormeça.

      Banho

      1. Manter a temperatura da água do banho em aproximadamente 37ºC.
      2. Jamais deixar a criança sozinha durante o banho, evitando o risco de afogamento (o que é possível mesmo em banheira infantil contendo pouca água).

      Sono

      1. Usar cobertores leves e travesseiros firmes.
      2. A grade do berço deve ter uma distância de 6 cm entre cada ripa.
      3. A criança não deve dormir entre duas pessoas.
      4. A criança deve ser colocada para dormir em posição supina ( toda região das costas na cama), mas a posição de lado também é aceita. NUNCA de bruços.

      Transporte

      1. Não carregar o bebê e líquidos ou bebidas quentes ao mesmo tempo.
      2. Não deixar que a criança seja carregada por outra criança maior.
      3. Quando levado em automóvel o recém nascido deve ser transportado, desde a maternidade, em assento infantil apropriado para sua idade, o qual deverá ser mantido preso por cinto de segurança na posição de costas para a frente do veículo, no banco traseiro.
      4. Não carregar a criança em veículos de tração animal, bicicleta ou motocicleta.

      Ambiente doméstico

      1. Não ter plantas tóxicas dentro ou no entorno de casa.
      2. Manter o número do telefone do Centro de informações toxicológicas – CIT a vista de todos – n° 0800 780 200

      Seis meses

      1. Idem aos aspectos anteriores.

      Aleitamento natural ou artificial, banho, sono e transporte

      1. Não transportar a criança em carrinho de supermercado sem o cinto de segurança.
      2. Não deixar a criança desatendida em carrinho de supermercado mesmo com o cinto de segurança.

      Ambiente doméstico

      1. Não deixar ao alcance de crianças objetos pequenos, cortantes ou pontiagudos, sacos plásticos, cordões, fios nem barbantes.
      2. Proteger arestas pontiagudas de móveis e manter vedadas tomadas elétricas.
      3. Instalar travas de segurança “a prova de crianças” em portas e gavetas de armários que guardem utensílios domésticos, produtos sanitários e de higiene, cosméticos e medicamentos, além de ter preferência para adquirir produtos com embalagem a prova de crianças.
      4. Instalar portões com trinco automático na entrada de escadas e rampas, bem como na cozinha e banheiro, além de rede de proteção em sacadas e janelas.
      5. Evitar o contato da criança com animais domésticos, conhecidos ou não.
      6. Para aliviar o desconforto dos dentes de erupção, oferecer brinquedos corados com substâncias atóxicas e compostos por peças inteiras, os quais podem ser mordidos sem risco de intoxicação ou engasgo.
      7. Não expor a criança ao sol entre 10 e 16 horas.
      8. Instituir o uso de boné e protetor solar com FPS 15 contra raios UVA e UVB, reaplicando-o a cada 2 horas, mesmo em dias nublados.

      Alimentação

      1. Não oferecer alimentos que possam ser engolidos inteiros e causar engasgos, como grãos, caroços, sementes ou pipocas.

      Primeiro ano de vida

      1. Idem aos aspectos anteriores.

      Deslocamento

      1. Manter portões e cancelas trancados, com trincos de segurança, e escadas protegidas por grade.
      2. Não colocar a criança em andador.

      Lazer

      1. Observar permanentemente a criança que estiver brincando na água, seja em banheira, piscina, lagoa, rio ou mar.
      2. Manter todos os brinquedos e acessórios para piscina fora d’água sempre que não estiverem sendo usados.
      3. Construir cerca em volta da piscina com 1,40 m de altura, e cujo portão tenha fechamento automático.
      4. Instalar pontos elétricos em volta da piscina somente a partir de 30 m de distância.
      5. Quando levada em bicicleta, a criança deve usar capacete e ser levada em assento adequado com cinto de segurança preso ao mesmo.
      6. Em bicicleta, a criança deve usar calçado fechado, e a roda deve ter uma proteção para não prender os pés do passageiro.

      2° ano de vida

      1. Idem aos aspectos anteriores.

      Ambiente domestico

      1. Impedir o acesso da criança ao fogão, fósforos, isqueiros, ferro de passar, aquecedores e ventiladores.

      Deslocamento

      1. Atravessar a rua sempre de mãos dadas.

      Lazer

      1. A criança deve incorporar o hábito de utilizar equipamentos de proteção para prática de esportes ou brincadeira (capacete, cotoveleira, joelheira, protetor de pulso, protetor de boca).
      2. Não deixar a criança brincando sozinha ou com outras crianças em praças ou na rua sem a supervisão de um adulto.

      4° ao 5° ano de vida

      1. Idem aos aspectos anteriores.
      2. Ensinar a criança a nadar.
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